POESIAS AO ACASO: um livro escrito por uma parceria poética que há cinco anos compõe poesias para corações que amam ou já amaram.
domingo, 3 de julho de 2011
BRIGA DE TRAVESSEIRO, PAINEIRA E A SAUDADE
...Já viu a paineira florida lá no fundo do quintal?
Nós não temos mais o tempo que tínhamos,
Mas olhando-a toda florida...
Posso dizer que não existe igual.
Lembra das nossas travessuras...?
Quando brincávamos de esconderijo em seus galhos...
Lembra quando escrevi o seu nome...?!
Na altura de seu ombro?
Lembra quando apanhamos muito
Por brincar de guerra de travesseiro
Espalhando as painas pelo chão...?!
Naquela época, a primavera tinha cor de flores
E a saudade ainda era toda rosa...
Nossos passos eram leves
Entre a maciez dos frutos que pegávamos
E a vó gritava lá fora:
Corre , corre, colhe tudo antes do vento !!
Que Saudade!
Como era bom o teu sorriso colorindo o tempo!
( CARMEM TERESA ELIAS E DE MAGELA)
quinta-feira, 30 de junho de 2011
A MENINA E A ROSA
Quando escrevo
Sei que não sou pertinente quando escrevo...
Que guardo palavras em pequenos segredos,
Temendo que a felicidade possa ir depressa embora.
E o que escrevo não depende de beleza, por ser aquele instante mágico,
Em que a perfeição fala à clareza dos versos de outrora.
Sei.
Sei descrever sem qualquer léxico!
Sei de fato que, posso ser eu mesmo, se você fizer parte do conceito.
Sei que o amor não tem compromisso certo e vive sem nexo!
E que ninguém o entende direito...
Sei que quando acordo, sinto seu cheiro antecipando a manhã...!
Como um café quente exalando palavras a procura de encanto...!
Ensaiando o beijo com sabor dos lábios seus e,
Misturando coisas tolas, só para dizer o quanto te amo.
Sei que é assim que a minha vida faz sentido!!!
Completando em pensamento cada detalhe que antes havia esquecido...
Sei que não sou pertinente ao descobrir nos seus olhos e na luz que vem surgindo:
A beleza, o gosto e o gozo das flores que vão se abrindo...
De Carmem Teresa Elias e De Magela
(Imagem obtida no Google com o tema: a menina e a rosa)
terça-feira, 28 de junho de 2011
CINQUENTA
Cinquenta
O que mais te assusta...
A velhice ou cinqüenta motivos para viver?
Perguntou a menina com uma Barbie na mão...
Não soube o que responder.
Quem de nós os tem assumido?
O medo de não ter mais aqueles gracejos...
Beijar na rua... Sair a esmo mais cedo...?
Sinto-me jovem, mas algo parece errado.
Quantos anos desejo ter?
Treze? Vinte e cinco? Trinta e cinco?
Para que eu mesmo saiba...
O que devo responder?
O Tempo não me pega!
Faço dele minha melhor brincadeira
E essa mania de querer viver
Fazer um conto e relatar besteira.
Com que idade se deseja o amor?!
Quando o temos em nós o apogeu?
Quando ficamos chatos, escondendo a crise?!
Não é assim o amor ao lado seu? ...
Que idade temos quando nos encontramos e estamos juntos?
Que medida de tempo define a precisão do sentimento?
Não sei. Sei que tenho cinqüenta motivos para amar
E viver sem desculpas.
De Magela e Carmem Teresa Elias
O que mais te assusta...
A velhice ou cinqüenta motivos para viver?
Perguntou a menina com uma Barbie na mão...
Não soube o que responder.
Quem de nós os tem assumido?
O medo de não ter mais aqueles gracejos...
Beijar na rua... Sair a esmo mais cedo...?
Sinto-me jovem, mas algo parece errado.
Quantos anos desejo ter?
Treze? Vinte e cinco? Trinta e cinco?
Para que eu mesmo saiba...
O que devo responder?
O Tempo não me pega!
Faço dele minha melhor brincadeira
E essa mania de querer viver
Fazer um conto e relatar besteira.
Com que idade se deseja o amor?!
Quando o temos em nós o apogeu?
Quando ficamos chatos, escondendo a crise?!
Não é assim o amor ao lado seu? ...
Que idade temos quando nos encontramos e estamos juntos?
Que medida de tempo define a precisão do sentimento?
Não sei. Sei que tenho cinqüenta motivos para amar
E viver sem desculpas.
De Magela e Carmem Teresa Elias
DETURPAÇÃO
Deturpação
A certeza das coisas boas convive com a natureza e os animais...
É o que permite aprender a compreender o mundo.
E mais a essência divina do ser...
Quando tudo anda aos anseios por ai.
Entendo as razões do mar.
Entendo as razões da lua...
Das matas, dos desertos e das estrelas...
Mas, não entendo a sua formosura ...
Essa matéria sorrida que dá curva ao relevo da terra,
Palavras africanas que soam bem, mas não dizem o que há na guerra.
Guerra ou benção divina sobre a relva?
Por que falar do meu amor da a sensação de respingos com o frescor da simplicidade...?
Não há explicação no universo para o marulho dos teus olhos encontrando os meus...
O que dizem ao silêncio em uma forma tão soberana!
É de tão perto que percebo que o brilho das estrelas é uma deturpação...
Quando intensamente se ama.
De Magela e Carmem Teresa Elias
A certeza das coisas boas convive com a natureza e os animais...
É o que permite aprender a compreender o mundo.
E mais a essência divina do ser...
Quando tudo anda aos anseios por ai.
Entendo as razões do mar.
Entendo as razões da lua...
Das matas, dos desertos e das estrelas...
Mas, não entendo a sua formosura ...
Essa matéria sorrida que dá curva ao relevo da terra,
Palavras africanas que soam bem, mas não dizem o que há na guerra.
Guerra ou benção divina sobre a relva?
Por que falar do meu amor da a sensação de respingos com o frescor da simplicidade...?
Não há explicação no universo para o marulho dos teus olhos encontrando os meus...
O que dizem ao silêncio em uma forma tão soberana!
É de tão perto que percebo que o brilho das estrelas é uma deturpação...
Quando intensamente se ama.
De Magela e Carmem Teresa Elias
sexta-feira, 17 de junho de 2011
TRINTA PALAVRAS
TRINTA PALAVRAS

Calo-me ante a quietude dos exageros meus!
Intrinsecamente o cotidiano traz uma variante em contemplação...
E com extravagância, talvez,
Ou simples articulação...
Que ainda vale a pena lhe dizer:
Sol, mar, e o nexo...
Amarelo, vislumbrante, textura...
Desespero, quietude, e de repente, você!
Não sei a exatidão em que falta o desapego,
Se nossas vidas são tão iguais.
Será que a tendência é que juntos, viraremos mar.
O mar eu amo ..você tenho medo;
De qualquer modo vale a pena dizer:
Entendo sei jeito franco, o sortilégio, a exatidão, o regresso:
Paraíso, tendência, o essencial, sonhos,ainda peço:
Mar, sol, acaso e Você.
Cadencia: há palavras que não posso lhe dizer:
Imperceptível, desconforto, moldura, permanência,
Vidas iguais, arrancar da sensação, vivacidade na contemplação.
Parece exagero!Tudo que tenho a dizer resume-se em o sol, o mar e você...
De Magela e Carmem Teresa Elias
Calo-me ante a quietude dos exageros meus!
Intrinsecamente o cotidiano traz uma variante em contemplação...
E com extravagância, talvez,
Ou simples articulação...
Que ainda vale a pena lhe dizer:
Sol, mar, e o nexo...
Amarelo, vislumbrante, textura...
Desespero, quietude, e de repente, você!
Não sei a exatidão em que falta o desapego,
Se nossas vidas são tão iguais.
Será que a tendência é que juntos, viraremos mar.
O mar eu amo ..você tenho medo;
De qualquer modo vale a pena dizer:
Entendo sei jeito franco, o sortilégio, a exatidão, o regresso:
Paraíso, tendência, o essencial, sonhos,ainda peço:
Mar, sol, acaso e Você.
Cadencia: há palavras que não posso lhe dizer:
Imperceptível, desconforto, moldura, permanência,
Vidas iguais, arrancar da sensação, vivacidade na contemplação.
Parece exagero!Tudo que tenho a dizer resume-se em o sol, o mar e você...
De Magela e Carmem Teresa Elias
MORRE E SOFRE O DESENCANTO

Não, definitivamente não há explicação plausível!
Só a vontade de ficar só...
Pés e olhos cerrados no chão,
Buscando uma palavra que não está no coração.
Verdade é; quero te olhar, ler e decodificar...
Até perder a coerência dos fatos,
Até perder o juízo e
Não aceitar mais ser o seu oposto, inusitado...
Na tua saudade perco o fio da meada!
As palavras rolam pelos cantos
Busco aleatoriamente o teu corpo
Mas, a poesia na primeira estrofe, morre e sofre o desencanto.
És a melhor idéia para escrever!
A palavra mais forte que poderia expressar!
O luar mais intenso que eu vá encontrar.
Mas a inspiração é velocidade que não se alcança
Dom que não me deixa à vontade...
Lenitivo que nunca se importa
Com apego, melancolia lirismo e a saudade.
De Carmem Teresa Elias e De Magela
DESCASO
Descaso – a formosura de um verso

Escrevemos por impulso quando o coração está desenfreado;
Por aflição, se o poema surge do nada...
Na condução, no restaurante,
Em pé, e no silêncio da madrugada.
Escrevemos qualquer momento lírico.
Na dificuldade, no contentamento, muitas vezes sem palavras
A demonstrar a paúna da alma inchada...
E o seu sofrimento.
Chega à aflição rápido demais e não dá tempo de apontar.
Assim vem logo uma inquietação...!
Inflável feito balão
E a mente não quer gravar.
Agora, quando sai o grito, escrevemos mais reformados...
Em Copacabana ou no Leblon, associando às escondidas,
Pensamentos desfigurados,
E levamos o caderninho de lado.
Não tem contexto a formosura de um verso!
Se quem o escreve, inscreve o instante!
O que nos faz gostar mais...
É assim que nos reencontramos, e sentimos o bastante.
Escrever nos vem da dor e do viver...
Catarse e redenção.
No alívio da sua paz...
E não são os poetas o que mais desprezamos...?
O que odiamos é o descaso.
Pois sabendo que o amor e dor caminham juntos.
Para decodificarem o que está escrito, não basta sentir
É preciso sonhar sem refletir.
De Magela e Carmem Teresa Elias.
(Ele dizia que escrever vem da dor, eu dizendo que vinha do impulso. Brigamos. Ponderamos... juntamos tudo).

Escrevemos por impulso quando o coração está desenfreado;
Por aflição, se o poema surge do nada...
Na condução, no restaurante,
Em pé, e no silêncio da madrugada.
Escrevemos qualquer momento lírico.
Na dificuldade, no contentamento, muitas vezes sem palavras
A demonstrar a paúna da alma inchada...
E o seu sofrimento.
Chega à aflição rápido demais e não dá tempo de apontar.
Assim vem logo uma inquietação...!
Inflável feito balão
E a mente não quer gravar.
Agora, quando sai o grito, escrevemos mais reformados...
Em Copacabana ou no Leblon, associando às escondidas,
Pensamentos desfigurados,
E levamos o caderninho de lado.
Não tem contexto a formosura de um verso!
Se quem o escreve, inscreve o instante!
O que nos faz gostar mais...
É assim que nos reencontramos, e sentimos o bastante.
Escrever nos vem da dor e do viver...
Catarse e redenção.
No alívio da sua paz...
E não são os poetas o que mais desprezamos...?
O que odiamos é o descaso.
Pois sabendo que o amor e dor caminham juntos.
Para decodificarem o que está escrito, não basta sentir
É preciso sonhar sem refletir.
De Magela e Carmem Teresa Elias.
(Ele dizia que escrever vem da dor, eu dizendo que vinha do impulso. Brigamos. Ponderamos... juntamos tudo).
quinta-feira, 2 de junho de 2011
DOCE ENTREGA
DOCE ENTREGA
A entrega mais doce
É o espargir do perfume das flores
Sedução impalpável
Como Almas a libertar-se do corpo
A expandir beleza na forma de amores
Perfumes de flores
São sonhos, da vida são sabores
As flores se doam
Além de si...
Êxtase
De aroma
A cada novo botão...
VISITE TAMBÉM poesiasdecarmemteresa.blogspot.com
segunda-feira, 16 de maio de 2011
TRAGA-ME UMA IDEIA DE SÓ PENSAR EM VOCÊ
Traga-me uma ideia...
Que não seja um ímpeto por escrever.
É minha proposta! Porque nem toda vida cabe num verso...
E a vida é melhor contida em você.
Mas, para dizer que quero te amar, prefiro uma palavra que ninguém conheça...
Sem desdobrar na filosofia: busca de pensamento.
Fazendo com que o verbo, não seja uma ação em nosso acaso, necessitando de elucidação...
Ama-me sem ensinamento!
Porque é assim que as flores revestem desertos...
É assim que uma abundância de neves cobrirá suas areias,
Se o amor for pensado e tão certo
É sentido mais forte do que sangue nas veias.
Traga-me a ideia de só pensar em você!
Já que suas palavras têm o mel da doçura...
Da fuga, sonho e medo...
Porque o amor em si, já é uma loucura.
De Magela e Carmem Teresa Elias
AMOR SE CRIA
O amor se cria...
Das próprias histórias que criamos.
De palavras que usamos, todas às vezes, que o inventamos...
Como um acaso num achado que não se liga.
E que aos poucos...
Separamos e juntamos,
Em nossos momentos vividos,
Quando em nós o silêncio vive mais íntimo.
Esqueça a lua apaixonada!
Alma gêmea nem sempre é o par ideal.
Nem sempre consegue transpor a ilusão
Numa emoção, e sentir.
Solte a voz na poesia e,
Componha novamente.
Quando disser que me ama,
Será o amor criando o amor mais eloquente!
Carmem Teresa Elias e De Magela
quarta-feira, 4 de maio de 2011
MANHÃS DE AMORAS
MANHÃS DE AMORAS
Toda manhã surge instintivamente...
Luz sem pretensão
Invasão por mero acaso
O horizonte não faz distinção de horas
Saboreia a maturação do tempo
Como flores que esperam os frutos no pomar
A colheita virá...
Azul e vermelho se desdobram no olhar
Certeza anunciada!
O sabor das amoras se espalha no ar
E os sumos do dia se devoram
Com o gosto de um momento único
Assim também se faz o seu beijo:
Instinto sem pretensão
Acaso que amadurece em paixão!
quarta-feira, 30 de março de 2011
CONTENTE LIBERTO A FALA
Contente liberto a fala
Na luz de seus olhos,
Versos perfeitos não existem!
Nem tão pouco na calma do mar...
Ou no sossego da boca.
O que existe é a leveza de um desejo...
Que ousa compreender...
Se essa vontade, louca,não se completa na poesia
Essa vontade sinto de você.
Meu amor não se restringe a declarações...
E a poesia não se sacia com mais palavras.
Como corpos que ansiam por mais emoções,
Almejam esses olhos, os segredos de minha alma.
É na sutileza desse olhar...
Que liberto contente a fala.
Você é todo mistério que em mim pulsa
E que, às vezes, no silêncio molhando lágrimas
É meu êxtase que a vida não cala.
De Magela e Carmem Teresa Elias
O 'ATÉ LOGO' ESPERA
O Até logo espera...Esta é minha primeira versão do que sinto...
Na maior parte da vida, tentei.
Mas hoje vim buscar rimas...
Fazer uso delas e te achei.
Posso agora externar idéias,
Dizer que os sonhos não mentem.
Pois ambos persistimos...
Procurando vitoria além da correria.
Um dia...
Já terei dito todas as palavras.
Não mais irei retocá-las...
Ouvir não mais se fará necessário.
Terei você. Terá sentido.
Quando há entrega...
A vida fica imbatível e espreita condições que não se pondera.
Esta é a minha primeira versão...
Com você tudo faz sentido e o “até logo!”, espera.
De Magela e Carmem Teresa Elias
( Imagem Google)
segunda-feira, 28 de março de 2011
DESEJOS (DE SEUS BEIJOS)
Queria te beijar agora...
Não com um beijo comum,
Que se dá a qualquer hora,
Descabido de emoção.
Que fosse como o beijar suave que se dá às flores: sem a intenção!
Na mesma suavidade de manhãs circulando penhascos:
Inesperadamente, como pássaros alçando voo;
Na mesma suavidade de manhãs circulando penhascos:
Inesperadamente, como pássaros alçando voo;
Naturalmente, porque é assim que me doo.
Em seus lábios o amor proclama desejos...
É como um dia amanhecendo, inconsequente:
Luz de corpos escondidos em versos;
É como um dia amanhecendo, inconsequente:
Luz de corpos escondidos em versos;
Flor se abrindo à espera deste beijo.
É sublime a tarde quando o sentimento vive leve na brisa...
No peito, o desejo; brasa que sempre arde e não se sacia na investida.
Mas, cujo toque no coração deixa lembrança...
E o saciar nunca concretiza.
Deixa na pele das manhãs
A certeza
Dos vales em euforia!
Carmem Teresa Elias e De Magela
terça-feira, 15 de março de 2011
A PALAVRA POÉTICA
Um texto em parceria virtual
para homenagear todos os poetas
No DIA DA POESIA
Carmem Teresa e Walter de Arruda
A PALAVRA POÉTICA
Com
Esses traços
Ternos e enigmáticos...
Que escrevestes nas palmas
De minhas mãos...... Nas linhas da Vida
E nos sulcos dos caminhos...
Vicinais que margeiam bosques...
Florestas, casinhas bucolicas...
Entre plantações floridas
De campos eternos
Que percorrem
O horizonte...
Dos nossos Corações...
Desejos
E anseios
Espremidos
Entre falas... Pagãs
Rituais... Danças mundanas
De uma poesia que quer conhecer
A si pelos olhares múltiplos
De toda uma vida...
Hora de voltar
A compor
E voar...
A palavra poética
É mais que uma dádiva,
Mais que um louvor das falas,
Carrega uma bênção misteriosa
Vive íntrinseca ao silencio
E à combinação audivel
É emoção, desatino,
Desafio com destino próprio
D'alma no coração...
Divino
Verbo exaurido
A conjugar expressão
Em meio a rituais primitivos
De buscas significativas
Passa dança mundana
Nos mais sonoros elos
Criação
Composição
Reinvenção do Si místico
Até conhecer o Verso
Espargindo olhares
Múltiplos
Da vida...
Alí
A Música
Voa acordes
Melódicos... e desperta
As estrelas ao sol
Sonhando pleno
Meio dia...
***
google/imagens
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
ONDE ?
Onde?
Onde mais posso encontrar,
Essa vontade louca que não quer calar...?
Dos mistérios, além, tem o que em palavras
Nenhuma resposta carece ocupar.
Assim vivo errante...
Sem um discurso elegante.
Percorrendo versos sem nomear os sonhos,
Libertando melodias para reger a vida!
Nada transforma mais o silêncio do que a sua voz!
É quando a saudade que sinto desafina.
Nas notas altas compõe sinfonias...
Recados mal escritos quando a noite desatina.
O que sinto chega a ser um tormento:
Louca vontade encontrando-se com a sorte.
Sem requerer mais, qualquer sentimento..
Desafia no amor a própria morte!
Carmem Teresa Elias e De Magela
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
ESPERA
Espera

Fico sempre a sua espera...
Na espreita fanática do vento,
Que persegue seu cheiro,
Em uma imagem tão conhecida.
Visto-me com flores...
Ornamento e perfume de outrora,
Na ânsia discreta que me escolhas,
Como os jasmins entre as rosas.
Não há amor que não entenda
Carmem Elias e De Magela
( Imagens Google)

Fico sempre a sua espera...
Na espreita fanática do vento,
Que persegue seu cheiro,
Em uma imagem tão conhecida.
Visto-me com flores...
Ornamento e perfume de outrora,
Na ânsia discreta que me escolhas,
Como os jasmins entre as rosas.
Não há amor que não entenda
O fanatismo desta hora...
É assim que justifico esse sentimento
Louco e fervoroso, sem rumo e sem forma!
Como pétala solta mesclando-se no tempo...
No fantástico rodopio que o amor destroça.
Na lembrança de seu abraço e do seu beijo
Que a saudade não conforta.
Carmem Elias e De Magela
( Imagens Google)
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
É tarde no Leblon

Fim de tarde...
E o sol se esvai pelo Leblon...
Deixa manto dourado
Sobre as águas
Reveste meu sonho
com o brilho do teu olhar...
Deixaste-o lá
Farol da saudade
Estendido
Caminho
A me conduzir
Até tuas ondas...
E as águas se calam
Aguardam
Teu novo despertar...
Até o fim dessa saudade
Que se derrama
No fim da tarde
Sobre o Leblon....
domingo, 29 de agosto de 2010
AFETO
Por avenidas...
Largas vias
Me escondem de ti.
Minimalista é a minha convivência
Medo..
Frases quebradas te ofereço
Denuncio minha partida
Pelas palavras...
Não sei o que te digo...
Mas Inevitável é meu destino:
Amo seus escritos
Deles ninguém pode me tirar...
Nem tua ausência
Muito menos tua presença
De ti ambas são muito reais...
Como um simples ponto
Em um papel em branco
Sou um poema ainda sem letras...
Ah!! Mas teu Afeto inteiro já está lá...
Chegas primeiro
Antes de qualquer palavra
Como um brilhante
Alucinante!!!!
Paixão que transpassa a necessidade dos versos
Tu és minha Poesia inteira
Minha vida fugidia
Contida na folha em branco
Onde deixas pequenas vias
Ruelas, alamedas
Por onde sigo tuas leves passadas
Segues rumo a um Sentido
Que está muito além
E que nunca deixa o sol se por
Nas longas, longas noites
Onde vivo
Completamente
Entregue
Aos teus domínios....
Poema composto por parceria on-line de Tereza Maria e Marcelo.
Grata, caro colega, pela composição desse texto.
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